Fase 1 - Proposito de Avaliação
Sumário
- Contexto de Trabalho
- Aplicação Escolhida
- Classificação e Ênfase das Características de Qualidade
- Proposta de Avaliação e Partes Interessadas
- Especificação do Modelo de Qualidade
- Conexão com ODS (Objetivo de Desenvolvimento Sustentável) da ONU
- Uso de IA
- Bibliografia
- Referências Bibliográficas
- Histórico de Versões
Contexto de Trabalho
Este trabalho foi elaborado e desenvolvido no contexto da disciplina de Qualidade de Software, cujo objetivo é proporcionar aos estudantes a compreensão e a aplicação de técnicas, normas e práticas que assegurem a qualidade de produtos e processos de software ao longo de seu ciclo de vida. Como parte das atividades da disciplina, foi proposta a realização de uma análise crítica da qualidade de uma aplicação real, considerando aspectos de qualidade como usabilidade, confiabilidade, segurança, portabilidade, dentre outros.
Aplicação Escolhida
MEPA, uma plataforma avançada e de software livre desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Brasília. Sua finalidade é apoiar a gestão de recursos públicos por meio da análise de contratos de energia com uso de Inteligência Artificial, visando identificar a opção mais vantajosa para as instituições. Trata-se de uma plataforma com interface web, pela qual os usuários inserem dados das faturas para receberem recomendações, relatórios e análises gráficas. O domínio de aplicação do MEPA abrange temas como gestão de energia no setor público , eficiência energética , otimização de custos e sustentabilidade na administração pública.
O objetivo estratégico da plataforma é se consolidar como referência em gestão de energia para as instituições públicas, garantindo economia, sustentabilidade e maior eficiência na aplicação dos recursos.
Por fim, a avaliação da qualidade tem como objetivos principais identificar e priorizar as características mais relevantes para seu público-alvo (gestores e técnicos); orientar a melhoria contínua do sistema; e assegurar que o produto esteja alinhado às boas práticas e aos padrões de confiabilidade exigidos para sistemas que apoiam a gestão de recursos públicos.
Classificação do tipo de produto
O MEPA, embora desenvolvido em ambiente acadêmico, se enquadra na categoria de COTS (Commercial Off-The-Shelf Software) ou Software Comercial de Prateleira, conforme a norma IEEE 1062.
A tabela a seguir detalha os critérios para essa classificação:
| Critério de Classificação | Justificativa para o MEPA |
|---|---|
| Produto Padronizado | O MEPA não é uma solução customizada para um cliente específico, mas sim um produto padronizado, projetado para atender a um público amplo (Instituições Federais de Ensino Superior). |
| Disponibilidade Geral | É uma solução de referência, distribuída como software livre e acessível a qualquer instituição que se enquadre no seu público-alvo. |
| Foco no Benefício Público | Embora não seja "comercial" no sentido de visar lucro, ele compete por adoção e se posiciona como uma solução de prateleira para a gestão de energia no setor público. |
Proposta de Avaliação e Partes Interessadas
A proposta de avaliação tem como principal objetivo assegurar a qualidade da plataforma MEPA a partir das perspectivas dos usuários e desenvolvedores, considerando as características do público-alvo predominante, composto por:
Gestores públicos, administradores, engenheiros e servidores técnicos responsáveis pela gestão de contratos de energia em Instituições Federais de Ensino Superior (IFES).
Profissionais com familiaridade em sistemas de gestão e análise de dados, que necessitam de informações precisas para a tomada de decisão estratégica.
O domínio da aplicação abrange a gestão de contratos de energia, a otimização de custos com recursos públicos e a promoção da eficiência energética e sustentabilidade no setor público. A avaliação visa, portanto, garantir que o produto atenda aos rigorosos requisitos desse público, identificar pontos de melhoria relacionados à eficiência operacional de modo a otimizar a inserção de dados e a clareza dos relatórios analíticos, além de propor sugestões que contribuam para a manutenção da confiabilidade, segurança e manutenibilidade do sistema, aspectos críticos na gestão de recursos públicos.
Classificação e Ênfase das Características de Qualidade
Nesta etapa inicial do processo de avaliação, foram definidos as características de qualidade a serem considerados com base nos objetivos da avaliação e no perfil do público-alvo. A análise levou em conta tanto as necessidades dos usuários finais quanto os interesses da equipe de desenvolvimento, com o propósito de identificar características para a experiência de uso e o desempenho do sistema.
A seguir, apresenta-se a classificação das características de qualidade com suas respectivas ênfases, conforme os critérios da abordagem SQuaRE (ISO/IEC 25010)[2], em uma escala de 1 (nenhum interesse) a 5 (grande interesse). A SQuaRE (Software Product Quality Requirements and Evaluation) é uma norma internacional que define um modelo de qualidade para produtos de software, estabelecendo características e subcaracterísticas que servem como referência para avaliação e especificação da qualidade de sistemas.
| Característica | Ênfase (1-5) |
|---|---|
| Adequação Funcional | 5 – grande interesse |
| Eficiência de Desempenho | 1 – baixo interesse |
| Compatibilidade | 1 – baixo interesse |
| Usabilidade | 5 – grande interesse / Não pode ser escolhida |
| Confiabilidade | 5 – grande interesse |
| Segurança | 4 – médio interesse |
| Manutenibilidade | 5 – grande interesse |
| Portabilidade | 1 – nenhum interesse |
Autor: Felipe das Neves, 2025
Portanto, foram priorizadas as características de Adequação Funcional, Confiabilidade e Manutenibilidade. A escolha se justifica pela natureza do público-alvo: gestores e equipes técnicas do setor público. A Adequação Funcional garante a precisão das análises e recomendações dentro da proposta da funcionalidade da aplicação, a Confiabilidade assegura a estabilidade e a integridade dos dados para a tomada de decisão sobre recursos públicos , e a Manutenibilidade viabiliza a evolução e adaptação do sistema, um software livre que precisa se manter relevante frente às mudanças regulatórias do setor elétrico."
Essa priorização servirá como base para a especificação das métricas, definição dos critérios de julgamento e planejamento da avaliação, garantindo foco nas qualidades mais relevantes para a experiência e confiança dos usuários no produto avaliado.
Além de justificar as características selecionadas, também se faz necessário esclarecer os motivos pelos quais outras características de qualidade foram despriorizadas ou excluídas do escopo desta avaliação.
A Usabilidade, por exemplo, embora inicialmente classificada como de “grande interesse” (nível 5), não pôde ser incluída. Isso se deve à orientação da professora, que vetou sua escolha em razão da alta recorrência dessa característica entre as equipes no semestre anterior.
Outras características, como Eficiência de Desempenho, Compatibilidade e Portabilidade, receberam baixa ou nenhuma ênfase. Essa decisão refletiu uma estratégia da equipe de avaliação, que optou por concentrar esforços nesses três pilares. Tal direcionamento busca garantir uma análise mais aprofundada e consistente, em vez de uma avaliação superficial de um conjunto mais amplo de qualidades.
Especificação do Modelo de Qualidade
Com o intuito de avaliar a qualidade do software MEPA Energia, o grupo adotou uma adaptação do modelo de qualidade de produto presente na ISO/IEC 25010. O modelo define a qualidade do produto a partir do conjunto oito características e suas respectivas subcaracterísticas conforme ilustrado pela Figura 1. Segundo a ISO 25010, a escolha das características a serem avaliadas em um software dependem dos objetivos de alto nível do projeto a fim de realizar um escopo realista de avaliação da qualidade. Nesse sentido, como foco da avaliação deste trabalho a partir da análise de público-alvo e domínio da aplicação, foram escolhidas três características de qualidade: Adequação Funcional (Functional Suitability), Confiabilidade (Reliability) e Manuntenabilidade (Maintainability).
Figura 1: Modelo de Qualidade de Produto.
Fonte:
ISO/IEC 25010.
A seguir, são apresentadas as definições das características escolhidas e suas respectivas subcaracterísticas.
Adequação Funcional (Functional Suitability)
Refere-se à capacidade do software de fornecer funções que atendam às necessidades explícitas e implícitas dos usuários. A tabela abaixo detalha as subcaracterísticas associadas:
| Subcaracterística | Descrição | Medidas Comuns |
|---|---|---|
| Completude Funcional | Grau em que o conjunto de funções cobre as tarefas e objetivos do usuário | • Cobertura da Implementação Funcional: Funções especificadas X Funções ausentes/incorretas |
| Correção Funcional | Grau em que o produto fornece os resultados corretos com a precisão necessária | • Precisão Computacional: frequência de resultados imprecisos durante operação |
| Apropriação Funcional | Grau em que funções facilitam a realização de tarefas e objetivos específicos | • Apropriação Funcional: proporção de funções implementadas que são apropriadas para tarefas específicas, subtraindo aquelas que apresentam problemas |
Confiabilidade (Reliability)
Refere-se à capacidade do software de manter seu nível de desempenho sob condições específicas por um período determinado. As subcaracterísticas incluem:
| Subcaracterística | Descrição | Medidas Comuns |
|---|---|---|
| Maturidade | Grau de confiabilidade do software em operação normal | • Remoção de falhas: Defeitos Detectados X Defeitos Corrigidos; • Cobertura de testes: A extensão em que os casos de testes foram executados; • Tempo médio entre falhas: a frequencia em que o sistema falha durante operação. |
| Disponibilidade | Grau em que o sistema está operacional e acessível quando necessário para uso | • Proporção de tempo de serviço: Tempo Real x Tempo Planejado; • Tempo médio de inatividade: Tempo médio em que o sistema fica indisponível. |
| Tolerância a Falhas | Grau em que o sistema funciona apesar da presença de falhas | • Prevenção de falhas: capacidade de controlar padrões de falha para evitar falhas criticas; • Redundância: quantidade de componentes que são instalados de forma redundante para evitar falhas totais. |
| Recuperabilidade | Grau em que o sistema consiga retornar a operação normal após a ocorrência de uma falha | • Tempo médio de Recuperação |
Manutenibilidade (Maintainability)
Refere-se à facilidade com que o software pode ser modificado para corrigir defeitos, melhorar o desempenho ou adaptar-se a um ambiente em mudança. As subcaracterísticas são:
| Subcaracterística | Descrição | Medidas Comuns |
|---|---|---|
| Modularidade | Grau de acoplamento entre os componentes do software | • Condensabilidade |
| Reusabilidade | Grau em que um componente pode ser reutilizado em outras partes do sistema | • Execução da reusabilidade |
| Analisabilidade | Grau de eficácia e eficiência para a avaliação de impacto de uma mudança pretendida em uma ou mais partes do sistema | • Suficiência da função de diagnóstico • Capacidade de trilha de auditoria |
| Modificabilidade | Grau de eficiência em se alterar parte do produto sem a introdução de defeitos ou degradação da qualidade | • Taxa de sucesso da modificação • Complexidade da modificação |
Modelo Final Adaptado
O diagrama 1 a seguir representa o foco que a equipe terá ao desenvolver os modelos de qualidade:
Diagrama 1: Diagrama (Visão geral).
Autor:
Felipe das Neves
Escopo de trabalho
Neste tópico vamos explicitar o que conseguimos analisar no tocante a documentação atual do Mepa para podermos modelar os seguintes artefatos:
Adequação Funcional
Temos os diagramas de casos de uso [4], arquitetura [5] e infra estrutura [6]. Pode ajudar na vista geral da aplicação, contudo, pode faltar insumos sobre requisitos implícitos e não funcionais; risco de análise incompleta e vista somente sob o ponto de vista do usuário final caso não conseguirmos os diagramas mais completos do sistema, como o de requisitos, diagrama de atividades para que seja analisada a aplicação toda.
Nosso segundo plano na ausencia desses diagramas, vamos utilizar de reuniões com os desenvolvedores, delimitaremos funcionalidades específicas e fecharemos o escopo para modelarmos de maneira adequada a Adequação Funcional.
| Categoria | Descrição |
|---|---|
| Insumos | - Diagrama de casos de uso já presente na documentação. - Possível coleta de dados via entrevistas ou questionários com desenvolvedores para suprir lacunas. |
| Abordagem de análise | - Verificar se as funções explícitas (descritas nos casos de uso) atendem às necessidades do usuário. - Restringir o escopo da análise a um módulo específico (ex.: análise dos quadros de força na parte fotovoltaica do ICC Sul). - Complementar a análise com pesquisas junto a usuários e desenvolvedores, quando faltar documentação sobre requisitos implícitos. |
| Limitações | - Ausência de diagramas que representem as características implícitas e requisitos não funcionais. - A análise tende a permanecer em um nível abstrato e parcial. |
Confiabilidade
Temos insumos relevantes como o código-fonte, documentação arquitetural e parte do histórico de testes. Esses elementos permitem uma análise consistente sobre redundância, disponibilidade e maturidade do sistema.
| Categoria | Descrição |
|---|---|
| Insumos | - Código-fonte para revisão e análise de maturidade. - Documentação arquitetural disponível na documentação do MEPA (decisões arquiteturais, diagramas de arquitetura). - Histórico de testes (quando acessível). |
| Abordagem de análise | - Revisão de código para identificar boas práticas de resiliência e tolerância a falhas. - Análise de cobertura de testes e evidências de disponibilidade. - Estudo da arquitetura para avaliar redundância e robustez. |
| Limitações | - Dependência do nível de detalhamento do código e da documentação de testes. |
Manutenibilidade
Dispomos do código-fonte, testes automatizados (quando disponíveis) e documentação de arquitetura, que servem como base para avaliar modularidade, extensibilidade e boas práticas. Esse conjunto possibilita verificar a testabilidade do sistema e o grau de aderência a princípios de engenharia de software.
| Categoria | Descrição |
|---|---|
| Insumos | - Código-fonte para avaliação de modularidade e boas práticas. - Testes automatizados e sua cobertura. - Documentação arquitetural (suporte à modularidade e extensibilidade). |
| Abordagem de análise | - Avaliar testabilidade por meio da qualidade e cobertura dos testes automatizados. - Verificar aderência a princípios de modificabilidade (ex.: inversão de dependência, baixo acoplamento). - Analisar a arquitetura quanto à modularidade e clareza da separação de responsabilidades. |
Link para as discuções realizadas para a definição desse escopo:
Conexão com ODS (Objetivo de Desenvolvimento Sustentável) da ONU
A aplicação avaliada apresenta forte alinhamento com diversos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU) [3], demonstrando seu potencial de impacto positivo em múltiplas dimensões sociais, econômicas e ambientais. A seguir, destacam-se os ODS com os quais a aplicação se conecta diretamente:
Figura 2: ODS associadas à aplicação MEPA.
Fonte:
Nações Unidas Brasil [3]
ODS 4: Educação de Qualidade
O MEPA contribui diretamente para a melhoria da educação de qualidade de duas maneiras principais:
-
Reinvestimento de Recursos: A plataforma é direcionada a Instituições Federais de Ensino Superior (IFES). Ao gerar economia nos custos com energia, um dos principais gastos de um campus, o sistema libera recursos públicos que podem ser realocados para atividades finalísticas da educação, como pesquisa, infraestrutura de salas e laboratórios, bolsas de estudo e contratação de professores. Essa otimização financeira fortalece a capacidade das universidades de oferecer um ensino de maior qualidade.
-
Inovação Acadêmica: O próprio desenvolvimento da plataforma por pesquisadores da Universidade de Brasília é um produto da educação de qualidade. O MEPA serve como um exemplo prático de como o conhecimento gerado no ambiente acadêmico pode ser transformado em soluções inovadoras com impacto real para a sociedade, incentivando novos projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico dentro das universidades.
ODS 7: Energia Limpa e Acessível
O alinhamento com este objetivo é central para a função do MEPA, focado em tornar a energia mais acessível e promover a eficiência energética.
-
Acessibilidade e Redução de Custos: O objetivo primário da plataforma é encontrar o contrato de energia ideal para reduzir custos. Ao analisar faturas e padrões de consumo, o sistema identifica a opção mais vantajosa, tornando os custos com energia mais acessíveis para as instituições públicas.
-
Eficiência Energética: O lema "Mais eficiência, menos custos" demonstra o foco em otimizar o uso da energia. A plataforma fornece relatórios detalhados e gráficos que permitem aos gestores identificar padrões de consumo e tomar decisões estratégicas para otimizar o uso. Um consumo mais eficiente diminui o desperdício e a demanda geral sobre a rede elétrica, que é um pilar da sustentabilidade energética.
ODS 11: Cidades e Comunidades Sustentáveis
As instituições de ensino são componentes vitais das cidades, e sua gestão impacta diretamente a comunidade ao redor.
-
Uso Eficiente de Recursos Públicos: A plataforma promove uma gestão energética inteligente em grandes centros de consumo, como os campi universitários. Essa gestão eficiente de recursos públicos contribui para a sustentabilidade da infraestrutura urbana, reduzindo a sobrecarga na rede elétrica local e promovendo uma cultura de responsabilidade fiscal e ambiental.
-
Modelo de Boa Governança: O reconhecimento do MEPA pelo TCU como uma referência em gestão de energia estabelece um modelo de boas práticas. A adoção do sistema por instituições federais pode inspirar outras entidades públicas e privadas na cidade a adotarem práticas de gestão mais sustentáveis, melhorando a eficiência da comunidade como um todo.
ODS 12: Consumo e Produção Responsáveis
O MEPA é uma ferramenta que induz padrões de consumo mais responsáveis.
Gestão Baseada em Dados: Ao exigir o cadastro de faturas e analisar os dados de consumo e demanda, a plataforma capacita as instituições a entenderem profundamente seus perfis de consumo. Esse entendimento é o primeiro passo para um consumo responsável, permitindo que os gestores saiam de um modelo passivo para um modelo ativo e estratégico de uso da energia.
Otimização e Redução de Desperdício: A análise comparativa entre o cenário atual e o proposto pelo sistema expõe ineficiências e oportunidades de melhoria. Ao recomendar o contrato ideal, o MEPA não apenas reduz custos, mas incentiva um consumo alinhado à real necessidade da instituição, combatendo o desperdício e promovendo uma utilização mais racional e sustentável dos recursos energéticos.
Uso de IA
Para a elaboração deste documento e de outros artefatos do projeto, foram utilizadas ferramentas de Inteligência Artificial, como o ChatGPT (OpenAI) e o Gemini (Google). O uso dessas tecnologias teve como principais objetivos:
- Aprimoramento da Escrita: Melhorar a clareza, coesão e correção gramatical dos textos, garantindo uma comunicação mais eficaz.
- Geração de Estruturas: Auxiliar na criação de estruturas iniciais para seções e tabelas, otimizando o tempo de desenvolvimento.
- Refinamento de Ideias: Servir como ferramenta de brainstorming para refinar conceitos e justificativas apresentadas no documento.
- Consistência Terminológica: Ajudar a manter a consistência dos termos técnicos utilizados ao longo da documentação.
É importante ressaltar que todo o conteúdo gerado por IA foi cuidadosamente revisado, editado e validado pelos membros da equipe para assegurar sua precisão, relevância e alinhamento com os objetivos da avaliação de qualidade. As ferramentas foram empregadas como um suporte ao processo de criação, e a responsabilidade final pelo conteúdo permanece com os autores do projeto.
Bibliografia
- ISO/IEC 25000 SQuaRE series Systems and software engineering — Systems and software Quality Requirements and Evaluation (SQuaRE). Disponível em: https://committee.iso.org/sites/jtc1sc7/home/projects/flagship-standards/iso-25000-square-series.html. Acesso em: 26 de setembro de 2025.
- ISO/IEC 25010. Disponível em: https://iso25000.com/index.php/en/iso-25000-standards/iso-25010. Acesso em: 26 de setembro de 2025.
- Documentação do Mepa. Disponível em: https://gitlab.com/lappis-unb/projetos-energia. Acesso em: 26 de setembro de 2025.
Referências Bibliográficas
[1] Mepa. Disponível em: https://mepaenergia.org/. Acesso em: 26 de setembro de 2025.
[2] ISO/IEC 25010. Disponível em: https://iso25000.com/index.php/en/iso-25000-standards/iso-25010. Acesso em: 26 de setembro de 2025.
[3] ONU. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/sdgs. Acesso em: 26 de setembro de 2025.
[4] Documentação do Mepa Diagramas de Casos de Uso. Disponível em: https://lappis-unb.gitlab.io/projetos-energia/mec-energia/documentacao/arquitetura/casos_de_uso. Acesso em: 29 de setembro de 2025.
[5] Documentação do Mepa Diagramas de Arquitetura. Disponível em: https://lappis-unb.gitlab.io/projetos-energia/mec-energia/documentacao/arquitetura/arquitetura. Acesso em: 29 de setembro de 2025.
[6] Documentação do Mepa Diagramas de Infra. Disponível em: https://gitlab.com/lappis-unb/projetos-energia/mepa/mepa-infra. Acesso em: 29 de setembro de 2025.
Histórico de Versões
| Versão | Descrição | Autor(es) | Data de Produção | Revisor(es) | Data de Revisão | Incremento do Revisor |
|---|---|---|---|---|---|---|
1.0 |
Modelagem inicial do documento. | Felipe das Neves | 24/09/2025 | |||
1.1 |
Desenvolvimento dos tópicos: Contextualização do Problema, Aplicação Escolhida, Classificação e Ênfase das Características de Qualidade | Felipe das Neves | 26/09/2025 | |||
1.2 |
Desenvolvimento dos tópicos: Proposta de Avaliação e Melhoria de Qualidade | Felipe das Neves | 26/09/2025 | |||
1.3 |
Desenvolvimento dos tópicos: Especificação do Modelo de Qualidade e Conexão com ODS (Objetivo de Desenvolvimento Sustentável) da ONU | Felipe das Neves | 26/09/2025 | Pedro Barbosa | 28/09/25 | Correção do tópico do modelo de qualidade, fiz o ajusto considerando um alinhamento com a ISO |
1.4 |
Desenvolvimento dos tópicos: Especificação do Modelo de Qualidade | Pedro Barbosa | 28/09/2025 | |||
1.5 |
Desenvolvimento do Escopo da modelagem de qualidade escolhida | Felipe das Neves | 29/09/2025 | |||
1.6 |
Justificativas e premissas dos riscos de avaliação | Mylena Mendonça | 30/09/2025 | Felipe das Neves | 01/10/25 | Remoção da tabela alocando os conceitos tratados no texto das respectivas escolhas das caracteristicas de qualidade. |
1.7 |
Desenvolvimento do tópico do uso de ia | Felipe das Neves | 13/10/2025 |